Mulher na política ainda é desafio, apenas 11,84% do total de prefeitos são do sexo feminino
Embora crescente, a participação feminina brasileira nas esferas do
poder ainda é baixa, segundo especialistas. Esse será um dos temas da
comemoração do Dia Internacional da Mulher, amanhã (8), às 10h, na
Assembleia Legislativa.
A
sessão solene é iniciativa da bancada feminina – formada pelas deputadas
Larissa Rosado (PSB), Márcia Maia (PSB) e Gesane Marinho (PSD) – e
debaterá aumento da presença da mulher na política, que ainda é tímida,
conforme dados oficiais.
Ranking feito em 146 países pela União
Interparlamentar mostra que o Brasil ocupa o modesto 110º lugar. E,
embora representem 51,7% dos eleitores brasileiros, as mulheres são 9%
na Câmara dos Deputados e 10% no Senado.
Reconhecimento
Além de debater com especialistas conquistas e desafios da mulher no
Rio Grande do Norte, a sessão da Assembleia Legislativa homenageará
destaques do universo feminino no RN, entre elas, a mossoroense Edith
Fernandes Souto.
Considerada exemplo de participação da mulher
na política, a militância de Edith foi celebrizada no movimento feminino
denominado “As Senadoras”, de apoio a Aluízio Alves, com adesão de
outras mossoroenses, na década de 60.
“Mesmo sem ter exercido
mandato eletivo, Edith tem vocação política nata e está inscrita na
história política do Rio Grande do Norte. É uma mulher à frente do seu
tempo”, destaca a deputada Larissa, autora da homenagem.
Exemplo
A parlamentar frisa que o reconhecimento a Edith Souto enseja reflexão
sobre aumento da participação da mulher na política, já que ainda é
pequena representação feminina no poder, apesar dos avanços dos últimos
anos.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nas eleições
municipais de 2012, foram eleitas 657 prefeitas, que correspondem a
11,84% do total das 5.568 vagas, e 7.630 vereadoras, o que equivale a
13,32% dos eleitos.
No último pleito legislativo (2010), a
média de candidatas à Câmara dos Deputados foi de 19% e para as
assembleias legislativas, 21%. “Precisamos difundir mais a importância e
estimular a participação política feminina”, conclama Larissa.
Mulher na política ainda é desafio, apenas 11,84% do total de prefeitos são do sexo feminino
Embora crescente, a participação feminina brasileira nas esferas do poder ainda é baixa, segundo especialistas. Esse será um dos temas da comemoração do Dia Internacional da Mulher, amanhã (8), às 10h, na Assembleia Legislativa.
A sessão solene é iniciativa da bancada feminina – formada pelas deputadas Larissa Rosado (PSB), Márcia Maia (PSB) e Gesane Marinho (PSD) – e debaterá aumento da presença da mulher na política, que ainda é tímida, conforme dados oficiais.
Ranking feito em 146 países pela União Interparlamentar mostra que o Brasil ocupa o modesto 110º lugar. E, embora representem 51,7% dos eleitores brasileiros, as mulheres são 9% na Câmara dos Deputados e 10% no Senado.
Reconhecimento
Além de debater com especialistas conquistas e desafios da mulher no Rio Grande do Norte, a sessão da Assembleia Legislativa homenageará destaques do universo feminino no RN, entre elas, a mossoroense Edith Fernandes Souto.
Considerada exemplo de participação da mulher na política, a militância de Edith foi celebrizada no movimento feminino denominado “As Senadoras”, de apoio a Aluízio Alves, com adesão de outras mossoroenses, na década de 60.
“Mesmo sem ter exercido mandato eletivo, Edith tem vocação política nata e está inscrita na história política do Rio Grande do Norte. É uma mulher à frente do seu tempo”, destaca a deputada Larissa, autora da homenagem.
Exemplo
A parlamentar frisa que o reconhecimento a Edith Souto enseja reflexão sobre aumento da participação da mulher na política, já que ainda é pequena representação feminina no poder, apesar dos avanços dos últimos anos.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nas eleições municipais de 2012, foram eleitas 657 prefeitas, que correspondem a 11,84% do total das 5.568 vagas, e 7.630 vereadoras, o que equivale a 13,32% dos eleitos.
No último pleito legislativo (2010), a média de candidatas à Câmara dos Deputados foi de 19% e para as assembleias legislativas, 21%. “Precisamos difundir mais a importância e estimular a participação política feminina”, conclama Larissa.
Embora crescente, a participação feminina brasileira nas esferas do poder ainda é baixa, segundo especialistas. Esse será um dos temas da comemoração do Dia Internacional da Mulher, amanhã (8), às 10h, na Assembleia Legislativa.
A sessão solene é iniciativa da bancada feminina – formada pelas deputadas Larissa Rosado (PSB), Márcia Maia (PSB) e Gesane Marinho (PSD) – e debaterá aumento da presença da mulher na política, que ainda é tímida, conforme dados oficiais.
Ranking feito em 146 países pela União Interparlamentar mostra que o Brasil ocupa o modesto 110º lugar. E, embora representem 51,7% dos eleitores brasileiros, as mulheres são 9% na Câmara dos Deputados e 10% no Senado.
Reconhecimento
Além de debater com especialistas conquistas e desafios da mulher no Rio Grande do Norte, a sessão da Assembleia Legislativa homenageará destaques do universo feminino no RN, entre elas, a mossoroense Edith Fernandes Souto.
Considerada exemplo de participação da mulher na política, a militância de Edith foi celebrizada no movimento feminino denominado “As Senadoras”, de apoio a Aluízio Alves, com adesão de outras mossoroenses, na década de 60.
“Mesmo sem ter exercido mandato eletivo, Edith tem vocação política nata e está inscrita na história política do Rio Grande do Norte. É uma mulher à frente do seu tempo”, destaca a deputada Larissa, autora da homenagem.
Exemplo
A parlamentar frisa que o reconhecimento a Edith Souto enseja reflexão sobre aumento da participação da mulher na política, já que ainda é pequena representação feminina no poder, apesar dos avanços dos últimos anos.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nas eleições municipais de 2012, foram eleitas 657 prefeitas, que correspondem a 11,84% do total das 5.568 vagas, e 7.630 vereadoras, o que equivale a 13,32% dos eleitos.
No último pleito legislativo (2010), a média de candidatas à Câmara dos Deputados foi de 19% e para as assembleias legislativas, 21%. “Precisamos difundir mais a importância e estimular a participação política feminina”, conclama Larissa.
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