Maria Quitéria de Jesus, baiana de Feira de Santana, decidiu quebrar
todos os preconceitos e tabus de uma sociedade machista e conservadora,
ao vestir a farda do Exército e se tornar a primeira mulher brasileira a
participar de combate. Entre os anos de 1821 e 1822, ela lutou
bravamente contra o domínio de Portugal e pela independência da Bahia.
Para isso, alistou-se no Regime de Artilharia vestida de homem,
cabelo cortado e sob o nome de “Soldado Medeiros”. Descoberta, foi
defendida pelo major José Antônio da Silva Castro, avô do poeta Castro
Alves, e incorporada à tropa do “Batalhão dos Periquitos”, dada a sua
facilidade no manejo das armas e de sua reconhecida disciplina militar.
Por seus atos de bravura em combate, transformou-se na “Heroína da Independência” e chamada de “Joana d’Darc brasileira”.
Apesar dos feitos de Maria Quitéria, as mulheres passaram a ser
oficialmente aceitas no Exército somente em 1943, na Segunda Guerra
Mundial.
Hoje, 190 anos depois da coragem, valentia e ousadia de Maria
Quitéria, que colocou saiote no uniforme do Exército, além de capacete
com penacho, dando uma pitada da delicadeza feminina no território
machista, a mulher brasileira ainda luta para superar barreiras e
preconceitos, mesmo já tendo quebrado paradigmas de uma sociedade
patriarcal, em que o “sexo frágil” tinha função de apenas cuidar da
casa, dos filhos e do marido.
É verdade que a mulher avançou em todos os segmentos da sociedade e
das atividades produtivas, porém na política ainda há resistência, ou
preconceito. A própria legislação eleitoral se impõe machista, ao
estabelecer cota obrigatória para candidaturas do sexo feminino. A cota,
por si só, torna menor quem se beneficia dela.
Se a mulher fosse aceita com naturalidade no ambiente político, não
haveria necessidade de reserva de vaga. Os espaços estariam devidamente
bem divididos entre os dois sexos, como apregoa o regime democrático de
direito.
No entanto, pode-se afirmar que houve avanço, principalmente com a
eleição da primeira mulher à presidência da República. O exemplo de
Dilma Rousseff (PT) deu à mulher o direito de sonhar em se tornar
presidente do País.
Antes, o nosso RN já havia aberto todas as portas para a mulher na
política. Há 10 anos, o Estado é governado por mulheres. E Mossoró, um
belo exemplo, sendo administrada por mulheres desde 1997, além de ter a
governadora do Estado, uma deputada federal e uma estadual.
É para comemorar o Dia da Mulher.
No Alto Oeste temos a Cidade de Taboleiro Grande administrada pela força feminina, Prefeita Klébia Bessa. Temos outras cidades com: Martins, São Francisaco do Oeste, Paraná e Tenente Ananias.
Podemos destacar a nivel nacional a presidenta, DILMA ROUSSEFF, nosso Estado a presidenta do (PSB) Ex. governadora Vilma de Faria. Deputadas: larissa Rosado,Gesane Marinho e Márcia Maia.
A Cidade de Pau dos Ferros: é representada pela força ferminina no Legislativo Municipal Presidenta da Câmara Municipal ITACIRA AIRES, Vereadora lider da oposição TÉRCIA BATALHA.
PARABÉNS MULHERES:

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