Petroleiros estão preocupados com situação de Guamaré
Os trabalhadores do
Polo Guamaré e a direção do Sindipetro/RN estão acompanhando, com grande
preocupação, a ocorrência de sucessivos incidentes, em diversas áreas
daquela unidade. As últimas informações dão conta de que sucederam
vazamentos de condensado, na UPGN I; de óleo térmico, na UPGN II; de
sulfatrite, na UTG de alta; e, de forma constante, há mais de 20 dias,
no P-310002 da UPGN III.
Qual a razão desses acontecimentos?
Quais as possíveis consequências? Existe relação entre a reincidência
desses incidentes e a ocorrência de acidentes? Há, no Estado e no Polo,
algum dado histórico que aponte nessa direção? Haveria alguma relação
entre a situação atual e a política de retração de investimento e
redução de custo, ora praticada pela Petrobrás?
Os trabalhadores estão ávidos por
respostas e sentem-se no direito de cobrar da Companhia o oferecimento
de condições seguras de trabalho. No entanto, há mais de duas semanas o
SINDIPETRO-RN tenta agendar reunião com o gerente de operações da UTPF,
sem obter qualquer confirmação.
O receio da categoria é que se resgate
cenário parecido com o da década de 90, quando, em nome da
racionalização organizacional e da redução de custos, a política de
manutenção preventiva foi abandonada e substituída por gráficos
estatísticos sobre a relação “frequência de acidentes X tempo”.
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