Jovens católicos começam a chegar ao Rio para a Jornada Mundial da Juventude
Além dos estrangeiros, também é grande o número de brasileiros de outros estados.
Milhares de voluntários começaram a
chegar ao Rio para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ),
entre os dias 23 e 28 deste mês. A maior parte está chegando de avião.
Grupos de jovens usando grandes mochilas, trazendo amarradas as
bandeiras de seus países movimentaram hoje (15) o saguão do Aeroporto
Santos Dumont, no centro da capital fluminense.
Segurando uma bandeira da Venezuela, a
jovem Carla Maninat ressaltou a importância do papa Francisco para um
olhar mais simples para a Igreja Católica. "Quero conhecer muita gente e
aprender com o papa. Na Venezuela tem muita gente que vai à igreja, mas
há outro tanto que não é praticante. Eu acredito que o novo papa vai
mudar muito a igreja, principalmente com sua humildade, que vai ajudar a
transformar a visão que as pessoas têm dos católicos", declarou.
Além dos estrangeiros, também é grande o
número de brasileiros de outros estados. Wellington Aparecido de
Oliveira veio de Bauru (SP) com objetivo de conhecer de perto o papa
Francisco e compreender melhor a nova mensagem da Igreja Católica. “Com o
novo papa, a Igreja Católica abre as portas para os jovens. Acredito
que acontecerão mudanças, mas nada radical. Serão mudanças
comportamentais e pessoais, na postura do jovem cristão na sociedade, na
escola e no trabalho. Muda a visão de ver a Igreja só como templo, para
ser algo contínuo na nossa vida”, disse Oliveira, que trabalha como
catequista.
A recepção aos voluntários no Santos
Dumont é coordenada por Bruno dos Santos Costa. Ele comanda um grupo de
jovens que tem a missão de acolher os visitantes e encaminhá-los aos
meios de transporte disponíveis, como pontos de ônibus ou táxis. “Para
hoje estão sendo esperados 30% dos voluntários que vão trabalhar na
jornada. Amanhã (16), os demais 70% chegam e depois virão os peregrinos.
A preocupação maior foi montar pontos de informações em todo o Rio de
Janeiro, nas barcas, no trem, no metrô e nos pontos de ônibus. A rede de
informação tem como objetivo permitir ao peregrino chegar ao seu local
em total segurança”, explicou.
Mas chegar ao destino nem sempre é
fácil. Caso da costa-marfinense naturalizada francesa Anastasia
N´Guetta, vestindo uma bata típica africana e carregando duas malas e
uma bolsa, tentava, em francês, informações com um guarda municipal. Com
um pedaço de papel, onde estava escrito o endereço de hospedagem, ela
pedia informações sobre como chegar ao local.
O objetivo era chegar ao Alto da Boa
Vista, bairro da zona norte da cidade, em meio à Floresta da Tijuca. Sem
entender francês, o guarda respondeu em português, gesticulando e
apontando para a estação de metrô, a cerca de 500 metros da catedral.
Para chegar ao destino, ela deveria usar o metrô até a estação final, na
Praça Saens Peña, e depois pegar um ônibus, que com um pouco de sorte a
deixaria próxima à rua onde ela deverá ficar.
A minha amiga Pauferrense Ir: Nolúbia Fernandes Dias que é religiosa da Companhia Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, residente em uma casa da Congregação em Campina Grande-PB, onde servi a entidade em benefício dos mais humildes. Fará presença na jornada mundial de Juventude que acontecerá no RJ
Daqui nossos votos de uma boa viagem a amiga Nolúbia e uma ótima estadia naquela Cidade na ocasião deste grande evento religioso..
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