Governo Rosalba bateu os recordes de arrecadação no FPE, ICMS, Royalties, IPVA e Fundeb
E um desses recordes se baseia no FPE, que o Governo do Estado
lamentou e reclamou, na semana passada, dizendo que seria R$ 52 milhões
menor que o previsto. Em fevereiro, o repasse feito pelo Governo Federal
foi de R$ 260,8 milhões, a maior já registrada nos últimos quatro anos
pelo Portal da Transparência – considerando, inclusive, o último ano da
gestão Wilma de Faria/Iberê Ferreira.
Isso quer dizer que no curto mês de fevereiro (apenas 28 dias), o
Governo do Estado recebeu R$ 9,3 milhões por dia só dessa fonte de
receita. E isso não foi exclusividade só do segundo mês do ano. No
quinto, ou seja, em maio, o RN recebeu o segundo maior repasse dos
últimos quatro anos: R$ 231,6 milhões.
Então, o Governo não tem o que reclamar do FPE este ano. Certo?
Errado. É no Fundo que se apresenta a maior frustração de receita
causadadora da crise financeira anunciada em julho que, segundo o
Executivo, obrigou o Governo a fazer cortes no próprio orçamento e nos
do Tribunal de Justiça, da Assembleia Legislativa, do Ministério Público
do RN e do Tribunal de Contas do Estado. A previsão é que as
frustrações de receita provocadas pela diminuição do FPE chegue a R$ 200
milhões até o final do ano.Contudo, não foi só o FPE que bateu recorde.
No repasse dos royalties também houve: R$ 23,3 milhões em março, devido à produção de petróleo e gás natural no Rio Grande do Norte. Com exceção de junho, quando a arrecadação chegou aos R$ 19,8 milhões, em todos os meses o repasse foi de mais de R$ 20 milhões.
No repasse dos royalties também houve: R$ 23,3 milhões em março, devido à produção de petróleo e gás natural no Rio Grande do Norte. Com exceção de junho, quando a arrecadação chegou aos R$ 19,8 milhões, em todos os meses o repasse foi de mais de R$ 20 milhões.
O Fundeb, outra grande fonte de receita do Rio Grande do Norte,
também bateu recorde em 2013. E fevereiro também foi o mês da façanha:
R$ 43,8 milhões. O valor é mais que o dobro do conseguido no último ano
da gestão Wilma de Faria e Iberê Ferreira – quando foram arrecadados
“apenas” R$ 20,1 milhões.
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