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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Presidente do DEM José Agripino admite aliança com o PSB e diz que o partido não fechou apoio para 2014


AgripinoMaia-niverO presidente do Democratas, senador Agripino Maia (RN), afirmou na manhã desta quinta-feira, 10, que as declarações do presidente do PSB e pré-candidato ao Palácio do Planalto, Eduardo Campos, de que não há aliança com o líder do seu partido na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), não muda a posição da legenda que preside. A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, recém-filiada ao PSB, rejeitou um acordo com Caiado, expoente da bancada ruralista no Congresso e que já havia declarado apoio a Campos em 2014.
Ronaldo Caiado foi rifado pelo presidente do PSB em nome do acerto com Marina, segunda colocada nas pesquisas de intenção de voto. O presidente do DEM, apesar de lamentar o episódio, disse que a manifestação de Campos em nada muda a posição do seu partido, que ainda não decidiu quem vai apoiar na eleição do ano que vem. “Não tem posição, isso é uma questão localizada com Ronaldo Caiado. 

A oposição não vai brigar com a oposição. Eles têm o pensamento dele, nós temos o nosso. Temos divergências, mas há confluência em um ponto: o ciclo do PT precisa encerrar”, afirmou.

Agripino Maia disse que o partido que preside não tem prazo para decidir qual candidatura vai apoiar ao Planalto e destacou que a prioridade do DEM são as eleições proporcionais – a legenda foi uma das que mais perdeu parlamentares no Congresso desde o início da gestão Lula. A aliança presidencial, frisou, será condicionada a esses acertos.

Mas o presidente do DEM lembrou que, embora não descarte uma aliança até com o PSB, o fato “não-natural” seria não apoiar uma candidatura presidencial do PSDB. Para ele, a chapa Eduardo-Marina fortalece a oposição e se os dois, juntamente com o nome tucano, tiverem “habilidade” o eleitorado será somado. “É uma questão matemática. Agora entre a questão matemática e a eleição, vai depender dos candidatos”, observou. A seguir, a íntegra da entrevista concedida ao Broadcast Político:

Quem viver verá!

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