Alta da gasolina pressiona a inflação
O governo aprovou, em 29 de novembro último, a política de preços de
combustíveis destinada a garantir a lucratividade da Petrobras. Com essa
aprovação, houve aumento de 4% para gasolina e 8% para o diesel, nas
refinarias, a partir do dia seguinte (30 de novembro). Previsões das
próprias distribuidoras de combustíveis indicavam que, em decorrência da
medida, a gasolina e o diesel subiriam nos postos, respectivamente, 2% e
5%.
O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da
Fundação Getulio Vargas (FGV) indica que quatro dos oito grupos
pesquisados apresentaram acréscimos. Além do grupo transportes, os
preços na média subiram com mais intensidade do que na pesquisa passada
nos seguintes grupos: alimentação (de 0,92% para 0,96%); educação,
leitura e recreação (de 0,55% para 0,70%) e comunicação (de 0,91% para
0,93%).
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