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sábado, 2 de agosto de 2014

Henrique atribui discurso do “acordão” à “dor de cotovelo” dos adversários

Henrique_CDL
Candidato a governador Henrique Alves discursa em evento da CDL
Convidado pela Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) para explanar suas propostas de governo, na tarde desta sexta-feira (1), no Versailles, em Natal, o candidato a governador Henrique Eduardo Alves (PMDB) comentou as críticas que vem recebendo dos adversários, por causa da união de 18 partidos em torno da sua candidatura.
Henrique disse que respeita todos os adversários, mas mostrou incômodo com algumas declarações que tem lido na imprensa. “Eu tenho acompanhado o discurso deles. Quase chamo as coligações adversárias de ‘dor de cotovelo’, por choramingarem tanto devido à união que conseguimos fazer a favor do Rio Grande do Norte”, declarou Henrique.
Acompanhado pela candidata ao Senado Wilma de Faria (PSB) e pelo ministro Garibaldi Filho (PMDB), o peemedebista enfatizou que tem orgulho de ter conseguido unir tantos partidos em torno de uma aliança que tem o objetivo de somar esforços para tirar o estado da situação de dificuldade na qual se encontra.
“Para mudar, pelo amor de Deus, é preciso acabar com o radicalismo. Digo isso porque já fui radical. Já errei. Mas amadureci, aprendi que para governar e conseguir resultados é preciso unir a classe política, articular melhorias e viabilizar parcerias que possam se somar a esse projeto. O radicalismo, a intolerância, não fazem parte do meu partido. Eleição não é uma guerra”, ponderou o candidato.
Críticas ao governo
Henrique também fez críticas pontuais ao governo Rosalba Ciarlini (DEM). Embora tenha frisado que a governadora não teve a intenção de errar, o presidente da Câmara dos Deputados criticou o atraso do pagamento dos servidores e prometeu não “olhar para o retrovisor”.
“O governo não está conseguindo nem pagar os salários dos servidores do mês de julho e já existem aumentos previstos para o ano de 2015. Mas, sendo eleito governador, não ficarei olhando para o passado. Vou mostrar o que posso fazer e irei enfrentar a situação. Meu governo não será olhando para o passado. Terá foco no futuro”, asseverou.
Ele disse ainda que falta planejamento na execução de ações por parte do governo. “Ninguém senta na cadeira de governador para errar. No entanto, muitas vezes o querer não é poder. É preciso ter planejamento, articulação políticas, canais de comunicação com a sociedade. Isso não existiu. O conselho político nunca se reuniu”, lamentou.
Parceria público-privada
Ao comentar especificamente a relação com o setor dos comerciantes e fornecedores de serviços, Henrique lembrou que existe um preconceito enraizado de que os empresários querem tirar vantagem do Estado. No entanto, afirmou que não concorda com essa premissa.
O presidente da Câmara dos Deputados disse que o comercio e o setor de serviços são as atividades que mais trazem benefícios ao estado, com geração de emprego e renda, e menos cobra contrapartida. Prometeu ser parceiro da classe, para, numa parceria do público com o privado, conseguir os resultados que o estado precisa.
Desenvolvimento
Henrique Alves ainda apresentou suas propostas para a Segurança, o Desenvolvimento Econômico, a Mobilidade Urbana e suas metas de governo. Para a segurança, o candidato rechaçou a ideia de só investir em policiamento. “Precisamos melhorar a Educação, Iluminação Pública, Cultura, Esporte, lazer, tudo isso é investimento preventivo em segurança”, defendeu.
Para a Economia, Henrique se propôs a explorar os potenciais naturais do estado. O passo do desenvolvimento, na visão dele, é a união também dos governadores do Nordeste para fortalecer a região. “Para chegar aonde queremos temos três caminhos: parceria com o governo federal, alongar as dívidas e trabalhar em parceria com o setor privado”, concluiu.

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