Disputa para Câmara Federal começa a ser definida, e Walter aparece como favorito.
Cinco a três. Eis o placar mais provável. É o que tenho mais ouvido nos últimos dias entre pessoas que acompanham de perto pesquisas para consumo interno e utiliza outras referências, para dimensionar a disputa à Câmara Federal, este ano, no Rio Grande do Norte.
A Coligação União pela Mudança, puxada pelo candidato ao Governo do Estado, Henrique Alves (PMDB), deverá fazer a maioria da bancada, com cinco eleitos.
Poderá chegar a seis, mas não é muito provável.
A Coligação Liderados pelo Povo, de Robinson Faria (PSD) ao Governo do Estado, elegeria de dois a três parlamentares.
Na União pela Mudança, ninguém tem dúvidas quanto a Walter Alves (PMDB), Rafael Motta (PROS), Felipe Maia (DEM) e Zenaide Maia (PR). São virtuais eleitos.
No “engarrafamento”, tentando de uma a duas vagas, Rogério Marinho (PSDB), Sávio Hackradt (PDT), Antônio Jácome (PMN), Sandra Rosado (PSB) e Fafá Rosado (PMDB).
Já em relação à Coligação Liderados pelo Povo, o atual deputado federal Fábio Faria (PSD) navega em águas tranquilas à reeleição.
O segundo eleito caminha para ser Betinho Segundo (PP) e há forte possibilidade de Adriano Gadelha (PT) encaixar igual resultado.
Com menos de 25 dias para o pleito, a disputa está dramática.
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