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Eis que Deus é o meu ajudador; o Senhor é quem sustenta a minha vida. (Salmo 54:4)

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Wilma de Faria acha que campanha chega a momento decisivo.

Na  prática, agora é que a campanha ganha contornos decisivos. São os últimos trinta dias de disputa. É assim que a candidata ao Senado pela Coligação União pela Mudança, Wilma de Faria (PSB), avalia o mês de setembro. Ela aposta que mostrar realizações como governadora (dois mandatos) e boas propostas ao Senado, farão a diferença.
- A nossa avaliação é que agora está começando realmente a campanha propriamente dita nessa fase final onde as pessoas vão se decidir. Ainda tinha um percentual muito grande de indecisos. Então está na hora da gente agora trabalhar todo o dia e investir todo dia, mostrando as nossas propostas, aquilo que a gente pretende fazer. Importante que a partir daí a gente vai com certeza conquistar junto com o povo uma grande vitória – apontou em entrevista nesse sábado (6), ao repórter Magno César, da Rádio Cabugi do Seridó.
Ela foi ouvida na região Seridó, onde fez campanha no final de semana.
Wilma também aposta no fenômeno Marina Silva (PSB), candidata presidencial que tem experimentado crescimento volumoso  nas intenções de votos, como suplemento de campanha. Por isso, tem procurado articular sua vinda ao estado.
“Ela pode vir ao Rio Grande do Norte. Ela disse a mim que se desse condições  e o tempo permitisse ela viria ao RN. Ela queria inclusive fazer uma reunião com todos os empresários da área de turismo que acha importante que nós geremos mais empregos para o turismo. O turismo é uma atividade econômica importante para todo o nordeste”, relatou.
A ex-governadora argumentou que nessa fase conclusiva de campanha, com o guia eleitoral em rádio e TV, tem tido maior oportunidade de mostrar “tudo o que nós fizemos e tudo que a gente pretende fazer no senado. O Congresso Nacional é bicameral, são duas câmaras, a câmara baixa que é a Câmera Federal dos Deputados, 513 deputados e a câmara alta que é o senado com 81 senadores. Eu quero ser uma dos 81 senadores, exatamente para fazer a legislação, de lutar pelos direitos da população.”
Ela voltou a lamentar o abandono do homem do campo e salientou, que pretende chegar ao Senado para agir na busca de recursos para áreas importantes. “Trazer também benefícios importantes para o homem do campo que está sofrendo com a seca, com a fala d’água, com a falta de infra-estrutura, com a falta de assistência da Emater, que está praticamente fechada; o Programa do Leite acabado, as adutoras sem conclusão e os poços tubulares que deveriam ter sidos perfurados e instalados.

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