Páginas

Eis que Deus é o meu ajudador; o Senhor é quem sustenta a minha vida. (Salmo 54:4)

segunda-feira, 16 de março de 2015

Empresários do RN discordam de medidas econômicas tomadas pelo Governo.


A classe comercial também não recebeu bem as medidas econômicas tomadas pelo Governo Federal para reverter a crise econômica e colocar o Brasil com poder de investimentos. O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal), Augusto Vaz, comentou que o comércio potiguar vive uma situação delicada, que abrange outros estados brasileiros.
“2014 já não foi um ano com números negativos, a previsão de 2015 também não é das melhores. A economia brasileira está enfraquecida. Além dos impostos que foram acrescidos, os aumentos na energia e nos combustíveis impactam diretamente no setor”, disparou Vaz que completou, “o comércio não encara bem”.
(Foto: Alberto Leandro)
O presidente da Federação dos Câmara dos Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Norte (FCNDL), Afrânio Miranda, analisou que apenas reajustes fiscais não são suficientes, sendo necessário ajuste na máquina, diminuindo custos.
“Não é correto aumentar impostos. Eu, como cidadão, não fiz nada para sofrer a penalidade. Isso é resultado de má gestão, não falta de dinheiro”, argumentou Miranda.
Mesmo com os índices de insatisfação após medidas, Augusto Vaz afirmou que não há o que fazer para reverter, no âmbito governamental. “A CNDL [Câmara Nacional de Dirigentes Lojistas] está tomando ações, mas são medidas impositivas, não tem o que negociar, tem que se adequar”, declarou.

Vaz reforçou que a conta no final, com as mudanças determinadas pelo governo, serão pagas pelo consumidor, que vai deixar de comprar, atingindo o setor comercial que tomará medidas, inclusive de demissões. “O comerciário tem que ser criativo, recriar ações para não ser fortemente atingindo e ter resultados”, sugere.

Nenhum comentário:

Postar um comentário