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Eis que Deus é o meu ajudador; o Senhor é quem sustenta a minha vida. (Salmo 54:4)

sábado, 12 de julho de 2014

Presidenciável Eduardo Campos diz que Aliança no RN é para enfrentar caos.
Presidente do PSB e candidato à Presidência do Brasil, o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, desembarcou hoje no Rio Grande do Norte. Logo cedo, por volta das 7h30, concedeu entrevista à Rádio Cidade de Natal.
“Do ponto de vista administrativo e político que o Rio Grande do Norte chegou, precisou se criar uma frente ampla para enfrentar o caos. Meu partido no RN convenceu o diretório nacional de que precisava participar deste momento de união pelo bem do estado”.
- A governadora Wilma de Faria será uma grande senadora e fará uma excelente atuação para ajudar o governo do RN e também nossa base de governo.
Para ele, essa frente “acontece como nas nossas famílias, quando temos que nos ajudar. Eles entenderam que é hora de todo muito se unir para melhorar o RN”. Endossou candidatura ao Governo, do presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB).
O presidenciável também falou sobre suas ideias para melhorar o Brasil. Explicou sobre o Programa Pacto Pela Vida, que implantou em Pernambuco enquanto governador, e que fez com que fosse o único estado brasileiro a reduzir durante sete anos os índices de violência, fazendo com que recebessem prêmio da ONU.
“Pernambuco era um dos mais violentos do país. Estudei todas as experiências que tiveram êxito no Brasil e mundo e fizemos um programa observando a prevenção e repressão. Todo o aparelho do estado se reunia e fazia um balanço semanal, com nossa presença, observando área a área, para que tomássemos providências. Essa experiência que quero levar para o Brasil”.
Eduardo Campos desmentiu ainda boatos de que ele e Marina Silva, candidata à vice-presidente, querem acabar com programas sociais do atual governo, como o “Bolsa Família”, “Minha Casa, Minha Vida” e “ProUni”. Destaca que foram ministros da presidente Dilma, mas apresentam candidatura porque o país parou de avançar.
“Fazem terorrismo político porque sabem que temos condições de melhorar o Brasil e mostrar isso às pessoas. Temos o compromisso de ampliar e manter esses programas sociais. O que quero acabar mesmo é essa política econômica ruim, a corrupção”, salientou.
“Dilma teve chance e quem deu fomos nós do nordeste. Mas, infelizmente, o Brasil parou de melhorar. Ela é a primeira presidente que entregará o país pior do que recebeu. Hoje é pior do que no tempo de Lula”, afirmou.

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