“Estamos neste momento em que o país precisa de líderes como Eduardo Campos, com a coragem de fazer a análise correta, de enfrentar os desafios e de cumprir os compromissos”, destacou Wilma de Faria. Ela afirmou também que o candidato do PSB está preparado para liderar o país, principalmente na conjuntura atual, quando a economia pode estar ameaçada por uma retomada da inflação. Para ela, Eduardo Campos tem condições de adotar as medidas necessárias à retomada do crescimento. “Vamos trabalhar e lutar. Estou confiante para, se Deus quiser, seguirmos rumo à vitória do Rio Grande do Norte e do País”, destacou.
Ao discursar nas ruas do Centro de Natal, Eduardo Campos reafirmou os motivos pelos quais decidiu concorrer à Presidência. Ele disse que não se pode mais adiar as transformações que o Brasil tanto precisa. Para Eduardo Campos, principalmente a região Nordeste, anseia por melhorias e novos investimentos. Ele afirmou que é necessário realizar os projetos que estão parados ou em ritmo lento, como a duplicação da BR entre Natal e Mossoró, a construção ou ampliação de portos, a instalação de novos ramais ferroviários. “É preciso mudar a situação atual, o Nordeste só vê marketing do governo federal”, discursou Eduardo Campos, ao lamentar o atraso em obras de infraestrutura.
O candidato a presidente do PSB apontou que os municípios passam por sérias dificuldades e que há notícias de atrasos do Governo Federal para o Programa de Saúde da Família. Ele assumiu o compromisso de aumentar em 2% as transferências de Imposto de Renda para o Fundo de Participação dos Municípios, o que, segundo o candidato, pode ajudar na retomada da capacidade financeira e orçamentária das Prefeituras.
Este também foi o tom das respostas dadas por Eduardo Campos, durante a entrevista coletiva. Ele apontou que, ao constatar que seria preciso defender um programa de transformações, ou “ficaria submisso aos erros” ou “sairia pela porta de frente” do governo federal. O candidato disse que adotou a segunda opção por entender que seria a mais correta e a mais adequada para as circunstâncias do País.
O candidato a presidente do PSB ainda criticou as tentativas de amedrontar a população. Ele disse que é inaceitável a insinuação de que se a oposição vencer a eleição para a presidência, vai reduzir ou acabar com o programa Bolsa Família. Segundo ele, não só isso não é verdade, como o programa será ampliado, uma vez que algumas pessoas que precisam ser beneficiadas ainda não são atendidas.
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